Homologação e produção: o que muda, e quando virar
Por que a sua base começa em homologação, o que acontece ao ligar produção e por que tudo vira junto.
Sua base começa em homologação
Homologação é o ambiente de testes da SEFAZ: o documento é transmitido de verdade, passa por todas as validações, mas não tem valor fiscal. É onde você erra série, CFOP e destinatário sem consequência, e é por isso que toda base nova nasce assim.
O que muda ao ligar produção
A partir da virada, tudo o que sai da sua base vale de verdade:
- o CT-e passa a valer contra o CNPJ da sua empresa e gera obrigação fiscal;
- o boleto é cobrado do seu cliente;
- o contrato é assinado para valer;
- CIOT, vale-pedágio e averbação de seguro passam a ser declarados de verdade.
Documento autorizado não se apaga: só se cancela, dentro do prazo legal, e ainda assim fica no histórico da SEFAZ.
Tudo vira junto, de propósito
O ambiente é um interruptor só. Nenhuma integração tem um seletor próprio de "teste ou produção", e isso evita o pior cenário: um CT-e autorizado de verdade acompanhado de um boleto que não existe no banco, erro que só apareceria quando o seu cliente dissesse que nunca recebeu a cobrança.
Como virar
Em Fiscal → Parâmetros Fiscais, troque o ambiente e confirme digitando PRODUCAO. Só o administrador da base pode fazer isso. Quem opera continua salvando série, regime e credenciais normalmente.
Empresa com mais de um CNPJ pode virar uma filial de cada vez: cada filial aceita ambiente próprio em Fiscal → Filiais.
Antes de virar, recomendamos
Emitir ao menos um CT-e e um MDF-e em homologação, do começo ao fim. É o que revela série errada, endereço incompleto do destinatário e cadastro de veículo faltando, tudo isso barato de corrigir no ambiente de testes.
Fica registrado
A virada aparece na Auditoria da sua base, em destaque, com quem fez e quando. A equipe do LogFrota também é avisada, para acompanhar a sua primeira emissão com valor fiscal.
