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Essencial

Emitir CT-e

O assistente de 3 etapas para emitir o Conhecimento de Transporte a partir de uma NF-e, chave ou documento manual.

  • CT-e
  • DACTE
  • emissão

Onde fica

No menu lateral, Fiscal → Gerenciar CT-e, e clique em Novo CT-e. (Para vários de uma vez, use CT-e em lote.)

Etapa 1: Documento de Origem

Escolha a filial e o tipo de documento: Tenho Nota Fiscal Eletrônica, Tenho CT-e de outra transportadora (subcontratação/redespacho), Tenho nota de produtor ou outro documento. Para NF-e, você pode buscar o XML no computador, digitar a chave de acesso, fazer busca automática na SEFAZ ou reaproveitar notas já importadas.

Não tem o XML? Busque pela chave

Meu DANFEDANFE Rápida

Quando o embarcador não destaca a transportadora na NF-e, a busca na SEFAZ não traz a nota: ela só entrega documentos em que a sua empresa está envolvida. Nesse caso, informe a chave de acesso (44 dígitos do DANFE) e clique em Buscar XML desta chave: o sistema baixa o XML num provedor externo e preenche remetente, destinatário, valor e peso.

Se o provedor não achar a nota, use Só registrar a chave e complete os dados à mão. A busca precisa estar configurada no cartão Busca de XML por chave, no topo da tela de XMLs & SEFAZ (é um serviço pago por consulta, contratado pela sua empresa).

Subcontratação em lote (vários de uma vez)

Quando você subcontrata outro transportador, ele te manda os CT-es dele. Em vez de emitir um por um, clique em Subcontratação em lote (na listagem de CT-e ou na Central de Emissão), arraste todos os XMLs de CT-e de uma vez e envie. O sistema cria um rascunho de CT-e de subcontratação por arquivo, já com remetente, destinatário, rota e carga preenchidos, e com o documento anterior (a chave do CT-e do parceiro) anexado, exigência da SEFAZ na subcontratação. Você só revisa o frete e emite. Se algum arquivo falhar (não é CT-e, ou repetido), os demais continuam e o sistema mostra qual falhou.

Etapa 2: Dados da carga

Confira remetente e destinatário, o tomador do serviço, os dados da carga (valor, peso, natureza) e os valores do frete.

  • Remetente, Destinatário, Expedidor e Recebedor aparecem num resumo de uma linha cada. Clique para abrir e editar, ou no X para limpar a parte. O seletor Tomador do Serviço vem logo depois delas.
  • Parte obrigatória vazia fica marcada em vermelho.
  • Com Expedidor e Recebedor preenchidos, são eles que definem o início e o fim da prestação. A UF e o município da rota ficam travados com o nome da parte de onde vêm, e é essa rota que o CIOT (distância do piso ANTT) e o MDF-e usam.
  • Parte no exterior (importação ou exportação): cadastre o cliente com o País e o documento do país (RUC, CUIT, RUT), sem CNPJ; a UF fica EX. No CT-e, o documento dela vai zerado e ela não muda o início nem o fim da prestação, que ficam com a parte no Brasil. O número do MIC/DTA e o frete FOT vão no painel MIC/DTA (transporte internacional) desta etapa. Veja CT-e de importação e exportação com MIC/DTA.
  • Num CT-e normal todas as notas precisam ser do mesmo emitente. Notas de remetentes diferentes vão em CT-es separados, ou num CT-e Globalizado.

Tomador é contribuinte?

O campo vem preenchido pelo cadastro do tomador (Contribuinte, Isento ou Não contribuinte, em Clientes / Fornecedores). Ele muda quando você escolhe outro tomador, e continua editável. Antes de transmitir, o sistema confere a resposta com a inscrição estadual e a UF do tomador: isento com inscrição numérica pede Contribuinte; isento numa UF que não aceita isento pede Não contribuinte. Tomador marcado como Contribuinte com a inscrição ISENTO gera um aviso, que não impede emitir: marque Isento onde a UF aceita, Não contribuinte onde não aceita, ou informe a inscrição numérica. Tomador contribuinte sem inscrição estadual é recusado: use Consultar IE na SEFAZ no cadastro dele.

CT-e Normal com tomador cadastrado em Transportadoras, que não é o remetente nem o destinatário, gera aviso: esse caso costuma ser Subcontratação. Confira o tipo de serviço antes de emitir.

CFOP

O CFOP é conferido contra a rota que vai no XML (com Expedidor e Recebedor, a rota é a deles). Se o CFOP escolhido ou vindo do Tipo de Operação não serve para a rota, a emissão para antes de transmitir e a mensagem diz o CFOP certo. CFOP em branco é preenchido pela rota. Destino no exterior usa 7358.

Etapa 3: Conferir dados do CT-e

Revise tudo e clique em Emitir. O CT-e é transmitido à SEFAZ; ao ser autorizado, ficam disponíveis o XML e o DACTE.

  • Tabela de frete: ao lado do Valor do Frete, o campo Tabela de frete (opcional) lista as tabelas que servem a este CT-e (cliente, rota, peso e valor). Escolher uma aplica o valor e os componentes dela; Sem tabela (valor digitado) mantém o que você digitou. Tabela marcada com "(faltam dados)" pede para conferir o valor antes de salvar.
  • Valor do frete: obrigatório para salvar, a não ser que uma tabela cadastrada calcule o frete ou que os componentes somem o valor. Nesse caso aparece "Em branco, vale a tabela de frete".
  • Veículo e motorista: o veículo principal e o motorista são obrigatórios para salvar o CT-e normal. CT-e complementar, de substituição e de anulação não pedem.
  • Quem paga o frete: quando a NF-e diz que o frete é de terceiro, a carga chega da Central sem o tomador. Abra o CT-e em Editar e preencha nome e CPF/CNPJ do Tomador do Serviço, ou escolha Remetente ou Destinatário. Sem isso, a emissão para antes de usar o número do CT-e.

O que é conferido antes de transmitir

Para não gastar número com documento que a SEFAZ vai recusar, o sistema confere antes de enviar e diz o que corrigir:

  • Certificado A1 de outra empresa (raiz do CNPJ diferente da filial) e filial sem inscrição estadual: corrija em Cadastros → Filiais.
  • Inscrição estadual do Expedidor, do Recebedor e do tomador Outro, quando são pessoa jurídica. Se o cadastro tem a IE de outra UF, a mensagem pede a da UF do CT-e.
  • Tomador Expedidor ou Recebedor com a parte incompleta (sem documento ou município) e tomador Outro com o documento de uma parte que já está no CT-e: escolha o papel dela em Tomador do Serviço.
  • Chave de acesso digitada: o dígito verificador e o modelo (NF-e com 55, CT-e anterior com 57). A mesma NF-e não entra duas vezes.
  • DIVERSOS como Remetente ou Destinatário só no CT-e Globalizado.
  • Redespacho intermediário exige Expedidor e Recebedor.
  • Subcontratação e redespacho: o tomador precisa ser da mesma empresa que emitiu o documento anterior.
  • CT-e de substituição e complementar repetem a filial, as partes, a rota e o tipo de serviço do original. Para mudar algo, refaça pela ação do CT-e original.

A observação do CT-e acima de 2.000 caracteres é cortada nesse limite. A conferência da viagem também avisa quando o grupo de IBS/CBS da tributação regular de 2026 está com CBS diferente de 0,90%.

Achar a parte e a nota

O seletor de Remetente, Destinatário e demais partes busca no cadastro inteiro, inclusive pelo CNPJ. A lista de NF-e já importadas mostra as mais recentes e busca as outras no servidor ao digitar o número, a chave ou o CNPJ.

DACTE com muitas notas

Os documentos originários saem numa tabela compacta em duas colunas (tipo, chave, série e número), então um CT-e com centenas de notas ocupa poucas páginas.

CT-e isolado

O CT-e criado por aqui, sem partir de uma carga, é um CT-e isolado: aparece com o selo Isolado na listagem, não abre uma carga na tela Cargas e não averba o seguro sozinho ao ser autorizado. Para averbar, use Averbar seguro de carga no menu da linha. Para a viagem completa (CT-e, CIOT e MDF-e amarrados), comece pela tela Cargas.

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